Análise sintática dos objetos cognatos no quadro teórico da Morfologia Distribuída
DOI:
https://doi.org/10.26334/2183-9077/rapln1ano2016a9Palavras-chave:
Sintaxe, objetos cognatos, verbos leves, coindexação, Morfologia DistribuídaResumo
As construções cognatas formam uma família muito alargada e existem em diferentes línguas do mundo. Neste artigo, analisamos os tipos e subtipos de objetos cognatos no português europeu, utilizando o quadro da Morfologia Distribuída. De um ponto de vista teórico, os pressupostos deste modelo permitem explicar que verbos com diferentes propriedades sintático-semânticas (sonhar, tossir, cantar e dormir) podem ocorrer em estruturas com um objeto cognato em adjacência verbal, tipicamente em posição de objeto direto. O movimento por cópia e a co-indexação revelam-se mecanismos centrais para o licenciamento das construções de objeto cognato com uma interpretação eventiva, como em tossir-tosse.
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